10 de mar de 2011

Notas de traduções implícitas da leitura necessária




Somos eu, você e realidade lá fora. Lendo estou aqui, mantendo internamente aquilo que a sociedade me toma nos hiperônimos amplos, que cercam e derradeiam minha singularidade, pessoas, homens, mulheres...



Mantenho minha individualidade, esquecendo que assim como nas traduções, uma palavra pode tornar-se duas, assim como duas podem ser suprimidas e assim anuladas num todo. Num contexto geral podemos estar sendo suprimidos, mas sejamos assim como as palavras insubstituíveis, ou como aquelas que de tão intraduzíveis necessitam de uma expressão que as tente desvendar. Ou seja, sejamos.



Uma mente que busca, não deixa a latente concepção da globalização engolir seus anseios, apenas o colocando como mero coadjuvante no âmbito comercial do que vem se tornando as ideias.



Vamos lendo o fútil como alimento do tempo, lendo o essencial como alimento da mente e o complexo para alimento da alma.



Vivamos!

4 de mar de 2011

Sem alianças

A crônica lida na fútil revista revela:
Há aqueles que não querem compromisso, e há ainda sinais para reconhecê-los.
Ledo engano, tais escolhas independem de regras.
No rules...
Não reconheço marcas em meus dedos.