20 de abr de 2012

Nossa xícara


Nasa Images

Enchemos com o chá da atitude e engolimos apenas resignação
A poética abalada pelo frustante amor, usado pelo nome, enfeite!
Como diria o falso poeta, "o amor não deixa ver a realidade"...
Qual a rua certa? Nessa dúvida param os que buscam o caminho,
Então abrem os ouvidos  para as direitas que lhes forem ordenadas
Rebanho? E ainda insistem nessa denominação!
Nossa xícara continua girando, com o quente e oportuno ceticismo.
Prove que ela não existe, ou preciso provar-lhes?


Nada de poesia nessa rede de vã filosofia.

11 de abr de 2012

Formação das palavras, do tempo, do nada


Vladimir Kush - Webmaster

Modernizaram-se as roupas, os carros, os computadores...
Haja para os ideais modernização.
Que os substantivos virem os verbos, o pensamento, pensar!
As formas poéticas, as funções: emotiva e emocionar.
Contudo que não fiquemos presos às regras, e sim inventar.
Sem no inventar, deixar transparecer a burrice de não ser,
Ser o que se é com a modernidade explícita dos conceitos.
Viemos para estar, para ser, sem sabermos pra onde ir.
O fato é: não temos a verdade, temos só o agora, límpido.
Façamos dele um evolutivo "considerar a realidade", a salvos.
Tique taque meu bem, o tempo vai passando, não passes!
O dinheiro e o tempo valem e vão, mas os sólidos ideais permanecem.






Yesterday is History
Tomorrow is a mystery
Today is a gift
That's why we call it the present

 Eleanor Roosevelt