09/03/2012

Pround

Sim, sou eu.
Bacharel.
Eu posso traduzir, interpretar... nossa, que sonho seria na prática.
Traduzir os enunciados enigmáticos, com interpretações simultâneas de conversas desconexas.
Habilitaram-me para além da sala de aula, peço ao universo, habilite-me para a vida!

04/03/2012

As minhas linhas d´escritas...

   Existe um limite que torna impossível transpor os pensamentos em palavras.
    Mesmo com todo o exercício, habilidade, aptidão, também a ilusão, os obstáculos invisíveis tomam proporções limitadoras.
     Quero escrever um livro, as histórias floreiam a mente, mas pintam borrões cinzas na realidade. A criança lá dentro quer a alegria dos filmes fantáticos, a pensadora uma análise crua dos pensamentos céticos.
     Não lembro de ter sido sincera com as palavras nesse espaço imensamente virtual, ninguém lê-me através dessa fronteira.
     Sou cética em mim, na minha essência, sobre minha paciência, capacidade e ciência.
    De versos à parágrafos inconsistentes e desconexos, maneiras irremediáveis.
      Redatando pobremente, a língua de Camões, que me derruba ou tonteia, inerte no topo na árvore, à beira do abismo.
John Pitre - Identity

11/01/2012

A falta de poesia de hoje em dia

Pensam que é poesia usar sintaxes desconexas
Palavras soltas, infrequentes, neologismos...
Às vezes se erguendo à altura de Zeus, com seus egos triunfantes.
Escrevo em versos por pura provocação, isso aqui não é poesia!
Acordada percebo que é tarde, pois me atirei na falsa pretensão
Fúteis, irracionais, enlouquecendo na busca de afirmarem-se
A poesia não é palavra curta, não é frase longa, não corrompe
A sua função é clara, e quando cumprida, deixa na história a marca!
Tocar, ferir e curar.
As palavras precisam de sentido
Para quem as lê que sirvam de ar, para inspirar ou apenas desestabilizar.

04/01/2012

Impetuosos

Passion - John Pitre

A armadilha do ímpeto é ignorar o óbvio.
Com o pulmão cheio de ar, morrer sem senti-lo...
Adolescentes, crianças, feras indomadas, segundos,
Nestes pequenos momentos de quase não viver
Querer viver só ao seu lado, mas sem querer!
Onde as vozes são mais altas que a alegria de ser
Não haverá espaço para colar os cacos espalhados
Continuo no amor que só é seu, penoso anoitecer.

10/11/2011

Mitologia pra galera

A história do primeiro fora do universo... literalmente!


Tinha um cara, o Adamastor. Garanhão, badboy, sempre metido em encrenca. O cara era forte pra cara@$#¨#$#¨... Numa de suas tantas tretas com Poseidon, saiu pra dar um role pelos mares pra descansar a cabeça e viu uma gatinha tomando um sol na beirada da praia, ela era muito linda, uma deusa, Tétis.

Foi então que Adamastor ficou de quatro po...r ela, chegou pra trocar ideia e se ferrou. Foi logo agarrando a mina, que o empurrou longe, com nojo dele... Disse que ele era mais feio que o capeta (Hades no caso) e parecia uma pedra, sem forma, dura, esquisita...

O machão chorou! A gata afundou no oceano.

A cortada que o mano levou foi tão federal que ele ficou perdidão, perdeu pro Poseidon duas vezes: a mulher e a guerra.

Zeus que era sádico pra caramba, transformou Adamastor numa montanha para que ele tivesse que assistir o casalzinho nadando juntinho pelos oceanos... Dureza!

Mas como o cara era casca grossa, mano das quebradas do Tártaro, ficou ali matando os navegantes e dando de presente pra Tétis (ele ainda pagava um pau doido pra ela!)... seu nome agora agora é o "Cabo das tormentas"... sabe como é né... dor de cotovelo vem de longe!

20/09/2011

Never give up!

Gamei! John Pitre é o cara... "Over population"

 
Vamos tentando acreditar nas vozes do destino
O bem O belo O intangível
Nas esquinas onde as esperanças se cruzam
Vale O sim, vale O não, valem O talvez e nunca
E nas veredas da injustiça, a busca interminável!

30/08/2011

Velhas telas

John Pitre
                                                    Palavras velhas que envolvem poemas
                                                     Intitulando a lama que encobre o brio
                                                   Não são as metas e as metáforas e elas
                                                     Falta a vela, bela chama, falsa ideia,
                                                   Sob os ismos de nossos eus, que vão
                                                  na superfície insensível dos olhos cegos
                                                   A leitura é fria, fugaz, inépta e vaidosa
                                                     Intransigente, o rolo que rola e fecha
                                               A tela que não tem tinta, nem arte nem vida.
                                                                                              
                                                                                                                     Lida a poesia?