2 de ago de 2011

A história que não entra na sala

Penteio os sonhos enquanto eu falo
Com ouvidos desatentos resvalam
Nas palavras que buscam, embalo
Concluo que laicos estados matam


Os sonetos na marra vêm, os calo
Forças revolucionárias que faltam
Para que os versos saiam do solo
Distante dos paradigmas se calam


Faltam ainda no meandro cortado
Ensinamentos que fujam das leis
Colocado nas insidias e imputado


Estampado vem, diabo divulgado
Aquele que ri de seus reles fieis
Sem tempo falsa fé ganha o dado


é lá do Google
 

Um comentário:

  1. Passando pra agradecer a visita...

    Ah adorei a poesia... E o titulo do blog m fez pensar...
    Estava m asentindo apatica...
    Onde estão meu sonhos?
    Alivo, senti por descobrir o q estava apertando aki...
    Bom dia bjins

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