14 de out de 2016

Às horas de nossa história sendo escrita

Se lembra daquelas 24 horas?
Eram só histórias que tentavam sair das nossas mentes abaladas, que em pequenas estrofes tentavam transferir todos nossos medos.
Quem somos, ou o que queremos ser? Nenhuma resposta veio ainda, além de mais indagações substanciais. E o que era ansiedade, por um futuro trêmulo, hoje é rotina, embates cotidianos de contas não pagas...
Ainda queremos ser grandes, minha amiga? Temos muitas  horas ainda par tentar realizar algo grandioso que nos complete?
Só sei que ainda tenho as palavras, esqueço-as em vertiginosos momentos eternos de distração. Creio que ainda teremos nossas horas, brilhantes e cheias de inspiração.
Não somos mais meninas, tampouco mulheres que sejam símbolos de obstinação, temos uma a outra ainda, para mim isso ainda vale um refrão.
E que seja música as linhas estampadas em nossas faces, de melodia doce e ritmo tocante.

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