7 de jul de 2009

De repente


Não sei se quente ou frio, apenas não morno
O peso no corpo, no passar fugaz dos anos
Meu fogo, o cheiro e o esforço, penso planos
Quietos todos os remorsos, as dores contorno

Mesmo que lentamente, mudanças no forno
As maçãs apodrecem na geladeira, enganos
A fome de acelerar a própria reforma, sonhos
Sem rima certa nem hora marcada, retorno.

Fica mais um soneto inacabado e sem adorno
Mesmo que num filme mudo eu fale, é jogo,
Para entender não, somente contar e pronto.

7 comentários:

  1. boa sacada

    daqui se vê campo grande...

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  2. oi......

    assim

    direta..

    altiva

    forte..

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  3. Objeto de observação, sera semelhança?
    a calma e um dom divino...rsrs. PARABENS!

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  4. Ahhh... Por sinal, belo papel de parede!!!rsrsrs...

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  5. adorno do incompleto é futuro, incerto
    Interrogação, planando os segundos
    Entender ? é o de menos, correto ?

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  6. Algunas palabras las entiendo muy bien, otras me cuesta un poquito... te recomendaria que pongas un traductor,porque por lo que pude leer tenes unos versos muy lindos.

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