12 de set de 2009

Teatro da vida


Depois de liberar a loucura presa em cofres

Suar o líquido das impurezas da sôfrega luz

Caminhar solta e revelar o lado reprimido

Um vento encosta levemente na pele quente

As mãos dormentes são sentidas, percebidas

Cada movimento dá lugar a uma descoberta

Uma força maior e impulsionante ri em nós

Pequena fração de tempo e ser quem não é

Não remonto o passado, crio novas vertentes

Sou pássaro saindo do ninho dos preconceitos

Sou fera se agarrando num deleite de carne

Um mutação instigante, um brilho nos olhos.

2 comentários:

  1. olá crisstiane..

    que bonito palavras de beleza..

    "sou fera se agarrando num deleite da carne"

    ho.........um simples sentimento..


    beijos....

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  2. Bela, belo poema
    maravilhosa SINCERIDADE

    BEIJOS PROFUNDOS

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