25 de jul de 2011

Sonhos nas caixas

Se acordar e ver que o sol nasceu,
Perceba que a realidade veio seca
Na noite funda em que sonho era
Viveu como chuva, abrindo portas
Com a força dos ventos e ilusões.
As caixas, os presentes, os vícios
Dissipados com a luz que atravessa
Concerto de sons tão ininteligíveis
São várias as chaves, qual a certa?


Nem há tempo atravessando a rua
Velhas páginas escritas estão cruas
Antes o que era só pretexto, pó.

Os velhos sonhos estão nas caixas.
Imagem captada arbitrariamente

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