26 de fev de 2010

Ninguém sabe verdadeiramente

O descaso é uma dor e uma frieira, sempre latentes
Incomoda e dói devagar nas veias e na pele da gente
Os planos ficam sozinhos e fracos, vão caindo sempre
Nenhuma alma boa diz: Que beleza, que identidade!
A solidão do talento super estimado, rói solenemente
Um engano levado a sério foi lavrado, inocentemente
As pétalas sobraram no chão e foram varridas, sente?
Talvez você não sinta, mais um que não vê realmente.

4 comentários:

  1. Eu absorvi legal seu poema,traguei e segurei, é bom sentir mais fundo. Deve ser por que eu compartilho dessa angústia de supervalorização de si mesmo em detrimento ao reconhecimento que os outros nos oferecem, os outros, o inferno! Então, uma experiência compartilhada é "outra história"...Bem falado, bem escrito, sacramentado.
    Vou voltar mais, e antes que eu me esqueça:
    - Que beleza, que identidade!

    ResponderExcluir
  2. Pedro,obrigada. o que nos oferecem é pouco, queremos talvez o reconhecimento de nós próprios. Abraço.

    ResponderExcluir
  3. Quem sabe eu entenda por ter sido um que não via realmente...

    ResponderExcluir