24 de jun de 2011

Sob os desejos II

Pensar que sobram dos deleites impensáveis...
Imagens, parecem pertencer às noites fugazes,
Todas elas vaidosas, inesquecíveis no tempo
Adivinha de onde é a imagem?

Vaidosas como as aréolas sugestivas, vivas,
Que se encantam e dançam pro beijo e toque

O peito e a carne tremem tímidos à meia luz
Como se fosse a primeira lua cheia por vista
Aquela que ilumina o olhar apaixonado e só.

Nem só de paixão vive o prazer, é julgável
Ele é adulterável, como todas as fantasias,
Todas as máscaras servem à orgia, ismos
Somos todos embebidos em alucinógenos

Corpos e desejos que alucinam, as camas.
Mantemos a mente enganada e tanto inerte
Os movimentos com mínimo planejamento 
O injetar da reciprocidade, cheiro lascivo

Tememos e clamamos o fim da festa enfim
Enquanto não vem o esperado gozo, gemidos

               Por favor, não deixe todas as luzes acesas...

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