17 de nov de 2008

Soneto de tentativas

Um misto de silêncio e confusão interior
Não sei demonstrar ao menos a lágrima,
Sem pretender com ela algo inalcançável.
Vil parece o meu tormento.

Quando algo fica ao meu contento
Mesmo raro sendo este acontecimento
Implico as miudezas tornando-as castelos.
Tão grande chega ser meu egoísmo, nego.

Imagino-me perdedora antes do combate
Justo e complacente é estado de piedade?
Almejo descanso dessas dores tão latentes

Egoísta, sou de não conter minhas apatias.
Finjo gostar num sorriso forjado, desespero.
Sem encontrar alívio agora, escrevo.

4 comentários:

  1. Olá, Tive uma idéia de uma divulgação mútua dos blogeiros de MS. Inclui uma lista dos blogs do estado (ativos) no meu blog, "Escrevinhamentos" (http://escrevinhamentos.blogspot.com/).

    Faça-me uma visita e cheque a barra de rolagem da direita sob o título Blogs de MS. Que tal incluir os mesmos links no seu blog? Avalie a idéia e, se quiser participar da divulgação conjunta, me mande um e-mail ou simplesmente inclua a listagem no seu blog.

    Grande abraço.

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  2. liiindo,adorei! principalmente a última estrofe. beeijo Quizz

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  3. Miga escrevi meu primeiro poema analisa ai,beijo!!!

    A luz e o fim

    A luz que vi naquele dia
    Escura e ruim
    Era de, um dia,
    Frio e sem fim

    Parecia tomar conta de mim
    Sem perceber não queria
    Tal sentimento, e dizia
    Terás fim?

    Este não queria, e sofria
    Sofrera com este inicio em mim
    Não queria amargar, apenas desejara amar

    Quis aprender, talvez viver
    Mas nunca quisera o fim
    Portanto, sonhara viver sem sofrer?



    Geiser W.Jonusan
    03 de Dezembro de 2008.

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  4. miga a ultima frase termina com exclamação e não com interrogação ta. (!!!!) bjo.

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