2 de mar de 2009

A dor alheia


De imaginar uma palavra que descreva, peno.
Pois simples e idêntico é o meu amor
Irmandade nova que amedronta por ferver
Se dói em mim dói em você...

Por que o que é doce derrete mais rápido?
Por que não, ao invés do silêncio a boa palavra
Estar no seu verso aliterando, tornando pacto.
Saberia dar o tiro certo mas sei, machuca.

Por serem minhas as mesmas dúvidas num certo tempo
Talvez em outras folhas já escrevera meus tormentos
Mas hoje quem sofre não sou eu, não pelas mesmas razões
Quem dera todos enxergassem o brilho desse olhar
Impossível não amar, então como entender o desprezar?

Hoje é só mais um dia, águas passadas
Coincidentemente temos mais 24 horas.
Talvez isso ou nada.

4 comentários:

  1. Nossa,lindo poema,alias estava vendo outros seeus e gostei muito,parabéns ,escreves muito bem.

    Daya

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  2. amei senti e poeticamente belo.


    abraço

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  3. De imaginar uma palavra que descreva, peno.

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  4. Parabéns pelo blog.
    Você escreve muito bem.
    Se puder,visite o meu.
    TE CUIDA!
    BOA SEMANA PRA TI!

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