5 de mar de 2009

Poesias instantâneas II


Muitas vezes tentamos entender o incompreensível
O porquê da vida, do mundo do voo rasante dos pássaros
Tentamos entender como alguém nos ignora
Choramos as lágrimas da ausência de motivos.
Parece melhor sofrer pelo não do que remoer sem ele...


5 comentários:

  1. Porque será que me identifiquei com absolutamente tudo no texto?hahaha...Eu costumo dizer que o que me arasa é querer saber tudo ,e demais rsrs.Me questiono o tempo inteiro,questiono o mundo lá fora,as outras pessoas,parece que se não faço dessa forma sinto como se estivesse traindo a mim mesma,querendo tapar o sol com dedo sabendo que isso não é nada menos do que fechar os olhos e aceitar tudo que me dão do jeito que vem,e dizer "ah testá tudo bem e ótimo assim ,e é assim que tem que ser".
    Podem me chamar do que quiserem mas não consigo,tenho que questionar sempre,mesmo que isso me cause noites e noites pensando,angústia,ansiedade...enfim,adoro questionar rsrs.

    Daya

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  2. mascar mascar e mascar a amar/gura da arma/dura e sentir o sabor que de lá sai..

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  3. pois é... as duvidas... antes uma certeza cruel!

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  4. beleza de blog, Cristiane.
    bom de ler e de ver.
    abs,

    Gustavo

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